(1) x*0.0833+y*0.1551 < (0.1393*0.95)
(2) y > 0.15
(x+y = 1) x,y são percentagens complementares
x ~ % do consumo vazio
y ~ % do consumo não vazio
(por definição x+y = 1 ~ 100%)
0.0833 = tarifa do consumo vazio
0.1551 = tarifa do consumo não vazio
0.1393 = tarifa do consumo (tarifa simples do mercado regulado)
(1) x*0.0833+y*0.1551 < 0.1393
Neste caso testamos se o pago pelo consumo vazio somado com o pago no consumo não vazio é inferior ao mesmo consumo com a tarifa simples.[0.1393 = 0.1393*1 = 0.1393*(x+y)]
Usando o valor (0.1393*0.95), ie, 95% do valor da tarifa simples (regulada pelo mercado) estou a ter em conta o desconte de 5% oferecido pela Galp para tarifas simples no plano (5%+5%) simples electricidade + gás. No caso de aderirmos a electricidade na tarifa bi-horária o desconto apenas é aplicado no gás (0%+5%), daí este estudo.
(2) y > 0.15
Para efeitos de adaptação à realidade pressuponho que o consumo no não vazio equivale a pelo menos 15% do consumo total (y>0.15) já que há sempre um frigorífico ou congelador ou seja o que for ligado.
Este resultado (ver gráfico no link) traduz também a noção que temos de que devemos "transferir" os nossos consumos para as horas de vazio (aumentar x, reduzindo por consequência o y) e consumir o mínimo nas horas não vazio(reduz o consumo mais caro).
Usei percentagens por simplicidade mas poderia usar os consumos efectuados directamente.
Conclusões:
Resolvendo mat(h)ematicamente x > 4553/14360 , ie, o consumo vazio tem que ser superior a 31,7% para valer a pena aderindo ao Galp On Simples.
Por consequência da inequação (2), x < 17/20 , ie, na prática o consumo vazio nunca será superior a 85% - mas se for tanto melhor xD )
Notas: Caso válido para uma potência contratada de 6,9kVA BTN (menor que 20,1 kVA) e para o 1º e 2º escalões do gás.





